PROMESSAS QUE NÃO FORAM CUMPRIDAS

POR PORF. CHICÃO

“Vou transformar a Casa de Wolney em museu”,
disse Pinóquio Mendes na TV

PROMESSAS NÃO CUMPRIDAS: "Vou transformar a Casa Wolney em museu

Em 2008, em sua campanha à reeleição, para puxar o saco dos artistas e ver se arrumava uns votinhos no setor progressista da cidade, o prefeito Pinóquio Mendes prometeu transformar a casa do fotógrafo Wolney em um museu.

Pois bem, amigos, estamos em março de 2011, e a foto acima mostra o que é o museu de Pinóquio Mendes: o museu do entulho.

FONTE: Blog do Prof. Chicão

CORAGEM!

Na vida, às vezes, você se depara com situações que, na condição de pai ou de homem público, tem que tomar uma decisão, precisa ser corajoso, rápido e não pode esperar.

Não foi uma nem duas vezes que tive que colocar minha vontade à frente do meu coração. Quando a cidade estava suja e eu tinha o sonho de transformá-la na cidade mais limpa do Brasil, brigava com muitas pessoas, prendia os caminhões de peixes que sujavam nossas ruas, não dava trégua aos construtores de obras ruins e irregulares e mandava demolir, etc.

Em outra ocasião, tivemos um momento de grande tensão social, em que foi preciso coragem para por fim ao que se configurava como uma tragédia. A pacata Cabo Frio dos anos 80 se levantou indignada com os muitos assassinatos que ocorriam em nossa cidade. O povo revoltado com as mortes dos nossos jovens começou a se rebelar e querer justiça.

Em uma triste manhã, cinco jovens foram mortos e, entre eles, o filho de Hélio e Marlene da Praia do Siqueira, pessoas honestas e amigas.

O acontecimento foi a gota d’água. O povo indignado protestou nas ruas pedindo justiça. A população se posicionou em frente à Câmara com as presenças das autoridades em seu plenário ,estavam na reunião Delegado, Comandante da PM, Bombeiros, Juízes, Promotores, políticos e religiosos. Na Câmara fervia o desejo de liberdade e de justiça. O fim da matança tinha que acontecer!

Após a passagem de muitos políticos pela tribuna, chegou a minha vez de usá-la e me lembrei que tudo que me acontecera havia começado ali, naquele local.

Senti-me à vontade para o meu pronunciamento, mas meio que revoltado pelas falas vazias e medrosas dos que me antecederam. No entanto, eu estava disposto a tudo e afirmo que aquele foi o mais corajoso de todos os meus discursos.

Percebi, principalmente nos religiosos, a vontade de dizer quem eram os matadores dos nossos jovens e não os decepcionei. Munido de muita coragem, disse quem matava os nossos jovens e bradei: “Senhor Delegado e Senhor Comandante de Polícia, vocês têm dez dias para prendê-los e fazer cumprir a Justiça”.

Antes de findar o prazo, todos os assassinos estavam presos e foram condenados a muitos anos de prisão.

Assim foi construída a minha história! Com muita coragem!

Até amanhã!
 
Alair Corrêa

VAMOS RELEMBRAR ALGUNS ARTIGOS AONDE HOMENAGEAMOS ALGUMAS PERSONALIDADES DE NOSSA CIDADE

Professora Arlete Rosa Castanho

É com muita alegria, que escolhi como minha primeira homenageada, uma das mais importantes figuras do nosso setor educacional, a Professora Arlete Rosa Castanho. Dentro desse contexto, está inserida a grande mulher, educadora e empresária, sendo que, em nessa nossa terra, jamais se comentará sobre Educação, sem que esteja incluído o nome de Arlete Castanho.

Professora Arlete Rosa CastanhoComo grande administradora, à frente da sua empresa, permitiu que a escola rompesse as principais crises financeiras do país e fosse seadaptando aos novos destinos impostos ao ensino brasileiro.

Muitas empresas fecharam, mas a Escola Santa Rita continuou firme sob sua direção e, o mais importante, essa mulher venceu com luta as mudanças e não abandonou a bandeira da qualidade do ensino aplicado. As famílias, que a ela entregaram os seus filhos, sabiam que Arlete era uma construtora de bom caráter e que ali seria construída uma pessoa de bem.

Assim, ela se transformou em uma mulher vencedora, uma das maiores educadoras de nossa região!

Seu amor e sua criatividade estavam sempre à frente de tudo que essa grande administradora fazia. Lembro-me bem das comemorações de 13 de novembro, quando nos palanques e nas arquibancadas, se esperava a Escola Santa Rita e quando ela surgia, a plateia vibrava com a beleza e a alegria do seu desfile. Era o dedo e a alma de Arlete em cada detalhe do desfile da Escola. Eu dizia para quem estivesse ao meu lado: “Essa Arlete é danadinha, não é? Como ela sabe fazer as coisas ficarem bonitas”.

Acompanhei todo o trabalho dessa mãe de um único filho genético, o Sérgio, mas que se tornou mãe, nesses 40 anos, de milhares de crianças, que, hoje, uma grande parte já adultos, utilizam os conhecimentos adquiridos através dela, em suas vidas profissionais.

Tenho muito orgulho de ser seu “amigo-irmão”.

Agora, estou mais orgulhoso ainda, pois, referendado pelos meus 80.500 votos para Deputado Estadual, fui o autor do Projeto em que a ALERJ, por unanimidade, concedeu a maior comenda do nosso Estado, o Diploma e a Medalha Tiradentes, a essa grande mestra e empresária.

Agora, a minha amiga não é só a professora ou a mestra aqui de Cabo Frio, onde nasceu.

Ela é muito mais, é, no nosso Estado, a COMENDADORA ARLETE ROSA CASTANHO.

Alair Corrêa

AVÓ CENTENÁRIA É INSPIRAÇÃO DE LEANDRO EUZÉBIO, O FILHO DE CABO FRIO

Cidade da Região dos Lagos é refúgio do zagueiro
do Fluminense, que tem em Dona Otília, de 103,
a fã número 1: ‘Ela é um exemplo de vida’

Por Cahê Mota Direto de Cabo Frio, RJ

A cena é rotineira, se repetiu em cada uma das 36 partidas realizadas pelo Fluminense no Brasileirão de 2010. Dona Otília Pereira, de 103 anos, aguarda ansiosamente o Tricolor entrar em campo, coloca a cadeira na frente do televisor para superar os problemas de visão, e de orelha em pé acompanha cada jogada. Quando a bola balança as redes, vira-se para o parente mais próximo e pergunta:

- Foi gol do meu neto?

Leandro Euzébio com a avó, Dona Otília, de 103 anos, em Cabo Frio (Cahê Mota / Globoesporte.com)
 
Em cinco oportunidades a resposta foi sim. E este número é alto se levado em conta que o xodó de uma das mais idosas torcedoras pelo título brasileiro do Flu é um zagueiro: Leandro Euzébio. Apontado por Muricy Ramalho como o melhor de sua posição na competição, ele deixou o modesto bairro de São Jacinto, em Cabo Frio, ainda com quatro anos, mas não o tirou do coração. Principalmente porque sua fã número 1 está lá: Dona Otília.

- Estimo que meu neto seja muito feliz e tenha a oportunidade de jogar por muitos anos. Que Deus esteja sempre com ele, que me dá muito orgulho. Fico feliz por saber que da nossa família um deu certo. Torço para que ele tenha uma vida muito próspera e feliz. Acompanho sempre todos os jogos – disse a vovó coruja ao lado do zagueiro de 29 anos, que a visita regularmente.

Ela é um exemplo de vida não só para mim, mas para toda a família. É importante tê-la não somente com essa idade, mas com a saúde que tem. Sem dúvida, é o que faz com que eu possa lutar e batalhar a cada dia mais”
Leandro Euzébio, zagueiro do Flu

Contratado no início do ano por indicação de Cuca após boa temporada no Goiás, Leandro Euzébio superou a desconfiança dos que não o conheciam para se tornar intocável na equipe tricolor. Sucesso conquistado com dedicação e pautado nos ensinamentos da avó centenária.

- Ela é um exemplo de vida não só para mim, mas para toda a família. É importante tê-la não somente com essa idade, mas com a saúde que tem. Sem dúvida, é o que faz com que eu possa lutar e batalhar a cada dia mais. Meu pai sempre me ensinou a correr atrás dos meus objetivos e nunca fazer coisas erradas. E quem passou isso para ele foi minha avó. Isso me dá forças.

Líder do Brasileirão, com 65 pontos, o Fluminense depende apenas de si para ser campeão. Caso tudo dê certo, o camisa 4 não tem dúvidas de quem será a primeira a receber os agradecimentos pelo título mais importante da carreira.

- Vai ser dedicado para ela. Será um orgulho enorme para mim. Nunca tiro minha avó do pensamento, carrego para onde vou e tudo será para ela.

A casa humilde em São Jacinto é o porto seguro de Dona Otília, que, mesmo diante das ofertas do neto, não se muda para o centro de Cabo Frio. E as visitas constantes ao lugar onde nasceu fazem Euzébio recordar um período onde até mesmo tomar banho era complicado.

Leandro Euzébio na casa onde nasceu, no bairro
São Jacinto (Cahê Mota / Globoesporte.com)

- Saí daqui com uns quatro anos, era bem pequeno, mas minha mãe sempre falou das dificuldades que passávamos. Não tinha luz, não tinha água encanada, acompanhávamos tudo pelo rádio de pilha, tínhamos que trazer água com o balde na cabeça. É importante saber que hoje em dia não precisamos mais passar por isso.

Nascido em Cabo Frio no dia 18 de agosto de 1981, Leandro Euzébio é do tipo de pessoa que não renega suas origens. Apesar das riquezas conquistadas no futebol, o zagueiro troca os condomínios luxuosos na Barra de Tijuca pelo convívio com os amigos da cidade da Região dos Lagos a cada folga.

- Gosto muito de vir a Cabo Frio. É uma cidade sossegada, tranquila para se viver. É onde me sinto bem, por estar com meus familiares e amigos. Todo mundo se junta. Venho em todas as oportunidades e nunca vou deixar de fazer isso. Essas são as pessoas que vão estar sempre comigo.

A forte ligação com a cidade natal, no entanto, não transforma o jogador do Fluminense em um típico cidadão cabofriense. Se em todo o Brasil o município é famoso pelo vasto litoral e pelas ondas que atraem surfistas, Leandro Euzébio foge à regra e nunca sequer subiu em uma prancha.

- Eu corro de ondas (risos). Meu pai não gostava muito de me levar na praia porque tinha medo do mar, e eu herdei isso. Não sou chegado, não. É melhor uma lagoa sossegada. Estou fora de riscos.

Passagem frustrante pelas categorias de base do Flu

Desde a infância, a paixão do zagueirão sempre foi a bola. Dos campos de pelada do bairro Vinhateiro, onde passou parte da infância, Euzébio resolveu se aventurar no mundo do futebol. Tentou a sorte no Esprof, de Cabo Frio, passou pelo Rio das Ostras, pelo Bonsucesso e conseguiu, enfim, uma oportunidade em um grande clube: o Fluminense. A história, no entanto, não teve final feliz, pelo menos no primeiro capítulo.

- Todo jogador quando tem a oportunidade em um time grande quer dar a vida. Comigo não foi diferente. O Valdir Espinoza começou a me chamar para treinar nos profissionais, inclusive, mas o clube e meu empresário não chegaram a um acordo e segui outro caminho. Acabou sendo bom por eu estar hoje no Fluminense e poder realizar o sonho do meu pai (já falecido), que era o único tricolor da família. Um torcedor fanático.

Nas peladas de várzea, eu preferia ser meio-campo, mas coloquei a cabeça no lugar e vi que ali não dava para mim”

Leandro Euzébio

O sonho de se tornar um jogador profissional foi realizado perto de casa, na Cabofriense. Destaque da equipe no Carioca de 2004, o zagueiro chamou a atenção do América-MG e passou ainda por Cruzeiro, Náutico, Omyia Ardija (JAP) e Goiás antes de voltar às Laranjeiras para brilhar em uma posição que não agradava muito a família.

- Minha mãe nunca quis que eu fosse zagueiro. Mas eu tinha um irmão que era atacante e tinha um corpo franzino. Vi que era muito mais duro, mais forte, e comecei a me arriscar na defesa. Nas peladas de várzea, eu preferia ser meio-campo, mas coloquei a cabeça no lugar e vi que ali não dava para mim.

As tentativas de ser um meio-campo não deram certo, mas agregaram a Leandro Euzébio uma virtude que se fez presente neste Brasileirão: o poder de finalização. Com cinco gols, ele é o segundo zagueiro que mais balançou as redes na competição, perdendo apenas para Antônio Carlos, do Botafogo. Nas duas últimas rodadas, porém, o tricolor sonha recuperar o posto – perdido no último domingo com o gol do botafoguense sobre o Inter. E, se possível, com o gol do título.

- Primeiro, tenho que me preocupar em ser campeão. Mas, se tiver oportunidade, o Antônio Carlos pode abrir o olho que vou querer fazer o meu e voltar a ser o zagueiro com mais gols no Brasileirão.

FONTE: Globo Esporte

DIA 07 DE SETEMBRO, DIA DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

HINO DA INDEPENDÊNCIA

Ouça o Hino

 

Já podeis, da Pátria filhos, 
Ver contente a mãe gentil; 
Já raiou a liberdade 
No horizonte do Brasil. 

Brava gente brasileira! 
Longe vá… temor servil: 
Ou ficar a pátria livre 
Ou morrer pelo Brasil. 

Os grilhões que nos forjava 
Da perfídia astuto ardil… 
Houve mão mais poderosa: 
Zombou deles o Brasil. 

Brava gente brasileira! 
Longe vá… temor servil: 
Ou ficar a pátria livre 
Ou morrer pelo Brasil. 

Não temais ímpias falanges, 
Que apresentam face hostil; 
Vossos peitos, vossos braços 
São muralhas do Brasil. 

Brava gente brasileira! 
Longe vá… temor servil: 
Ou ficar a pátria livre 
Ou morrer pelo Brasil. 

Parabéns, ó brasileiro, 
Já, com garbo varonil, 
Do universo entre as nações 
Resplandece a do Brasil. 

Brava gente brasileira! 
Longe vá… temor servil: 
Ou ficar a pátria livre 
Ou morrer pelo Brasil.

Com informações do Portal do Governo Brasileiro
http://www.brasil.gov.br/pais/simbolos_hinos/hinos/Letra_indep/