REVITALIZAÇÃO DO CENTRO E DA PRAÇA PORTO ROCHA

Sou pré-candidato. Entre ter a honra, daqui a alguns anos, de ter revitalizado a Praça Porto Rocha e dar uma dica para que o prefeito atual o faça agora, prefiro a segunda opção  para que o nosso povo tenha o benefício imediato. Então vamos lá!

A Praça Porto Rocha, projeto do ex-vereador Aristarco Accioly, foi construída em 1972 pelo prefeito Otime dos Santos. Em 1994, foi totalmente reconstruída pelo prefeito José Bonifácio que, inclusive, refez o coreto que havia sido destruído na primeira reforma. Como o substituí e a praça havia sido refeita por ele, me limitei a fazer outras praças, orlas e a manutenção da nossa praça principal, que era mantida sempre limpa e organizada.

Infelizmente nos últimos 8 anos, agora no governo Marquinho Mendes, a praça foi literalmente abandonada. Tornou-se um vexame para todos os cabo-frienses, pois conhecemos uma cidade por sua entrada e por sua praça principal.

Quando assumimos a prefeitura em 1997, durante nosso governo, fizemos as duas entradas da cidade. Muitos lembram quando construímos as duas pistas da ponte da Praia do Siqueira até o trevo da Volks e, naquela ocasião, retiramos mais de 400 placas de propaganda e ferros-velhos que poluíam e enfeavam a nossa principal entrada. Já a partir do ano 2000, quando iniciamos nosso terceiro mandato, construímos a nossa outra entrada — do Vinhateiro, passando pelo Porto do Carro até a nova ponte. Essa obra gigantesca está localizada onde antes existiam 129 casas de moradia e comerciais e foi 100% realizada com verba do município.

Com as entradas prontas e a praça central (Porto Rocha) mantida organizada e limpa, a nossa cidade era conhecida e visitada da maneira como deve acontecer: Entradas decentes e praça cuidada.

Como governante construímos muito, mas também mantivemos com o mesmo zelo os demais lugares. Lamentavelmente, uma coisa simples, que era cuidar da Praça Porto Rocha, o governo atual não fez. Pelo contrário, tornou-a uma bagunça.  Hoje há pedras soltas e muitas soltando; nas festas são utilizadas barracas feias; há viatura da PM estacionada no meio da praça etc…etc. Como hoje não sou o governante, resolvi dar uma dica para o prefeito.

Olhem, ontem entrou na conta da prefeitura a trimestral do Petróleo, no valor de 38 milhões. Sabedores de que a parcela anterior recebida pela PMCF foi de 28 milhões, logo temos um acréscimo de 10 milhões de reais da última parcela para essa.

Considerando o preço, embora absurdo, da reforma da Praça da Bandeira — 1 milhão e 400 mil reais, e que a Praça Porto Rocha tem a metade da área, poderia reconstruí-la com 700 mil reais. Como estamos falando do “coração” da cidade, o que exige uma obra diferenciada, admitamos que gastem 2 milhões. Ainda sobrariam, em relação à parcela, 36 milhões. Se considerarmos só o acréscimo desta trimestral, sobram 8 milhões. Sugiro inclusive que utilize os 10 milhões na Praça e na revitalização do centro. Se o prefeito  fosse eu  que, por direito tomasse posse, assim o faria. Além da praça, revitalizaria as ruas do centro, a Érico Coelho, a Major Belegard,  a Bento Ribeiro, a Jonas Garcia… Está dada a dica, é só executá-la.

Digo mais, de forma alguma, com todo esse dinheiro, deixaria para o próximo prefeito uma obra como essa. Esse dinheiro extra deve ser utilizado para beneficiar a população de nossa cidade. É assim que se age quando a nossa terra e a nossa gente são respeitadas. Sendo eleito, serão necessárias várias obras e as faremos. E, se o atual governo, com toda essa dinheirama, não refizer a Praça Porto Rocha, nós também a reconstruiremos.

E DIGO MAIS: NOSSA CIDADE NÃO PODE ESPERAR PELO PRÓXIMO GOVERNO PARA TER SUA PRINCIPAL PRAÇA REVITALIZADA!

NO CUSTEIO ESTÁ O MONSTRO QUE MARQUINHO MENDES CRIOU

Essa noite tive alguma dificuldade em dormir porque li antes o livro FINANÇAS DOS MUNICÍPIOS FLUMINENSES e, nele está o Raio X completo das finanças dos 92 municípios que compõem o estado do Rio de Janeiro. Quando li a de Cabo Frio quase sofri um“piri-paque” e pude entender o porquê de o governo atual, com R$ 500 milhões de arrecadação apenas no ano de 2010 (hoje são 600 milhões), não ter feito nenhuma grande obra e tão pouco uma intervenção significativa em nossa combalida cidade. Vejam como “administraram” os R$ 500 milhões em 2010.

 51% – Aproximadamente 250 milhões foram gastos com pessoal;

 40% – 194 milhões com custeio;

 7,7 % – 39 milhões com obras.

Com R$ 500 milhões arrecadados, só fizeram 39 milhões em obras. Considerando as obras para os amigos, as licitações publicadas para os olhos de poucos, pouca fiscalização nas execuções, etc., esses 39 milhões podem ter se transformado em 25/30 milhões ( 5/6%).

 Nos 194 milhões gastos com custeio é o monstro a ser abatido. Para combatê-lo e matá-lo definitivamente, será preciso sabedoria, coragem e amor a nossa cidade e a nossa população que já está cansada dessa situação.

Preste Atenção no Quadro Abaixo:

Quadro Comparativo PMCF

Como podemos observar, nos gastos nas obras executadas, há um disparate absurdo. Em 2000 foram gastos em obras 22 % do orçamento e em 2010 foram gastos apenas 8 % do orçamento. Essa é a razão pela qual, não se tem obras para melhoria e manutenção da cidade: baixo investimento.

 Também houve um descuido quanto ao coração da cidade, que é a sua manutenção, o governo criou com os gastos com custeio um monstro terrível ao estabelecer a Cultura dos ganhos fáceis.

O pior dos monstro criado por um líder é o da cultura do ganho fácil para alguns, em detrimento do interesse coletivo e por isso, será preciso inteligência, sabedoria e coragem para combatê-lo. Depois dele morto, retomar o crescimento não será difícil.

Até amanhã!

Alair Corrêa

CABO FRIO PREPARA VOO

AEROPORTO INAUGURADO EM 1998 NO NOSSO GOVERNO, PODE SE TORNAR A PORTA DE ENTRADA  DE TURISTAS AO ESTADO PARA A COPA DE 2014 E OS JOGOS 2016.

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Cabo Frio prepara voo

 

MACAÉ VAI SER A PRIMEIRA CIDADE DO INTERIOR A TER VLT

Metrô de superfície, já em teste, começa a circular em junho.

Macaé, Metrô VLT

RIO – A primeira composição do metrô de superfície em Macaé, no Norte Fluminense, já está em fase de testes. Conhecido também como Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) ou bonde moderno, o metrô de superfície de Macaé é o primeiro desse tipo no estado. Segundo André Braga, secretário de Governo da prefeitura e coordenador do projeto Planejamento Macaé, o metrô sobre rodas começa a operar em junho. O VLT vai ligar os dois extremos da cidade, num total de 25 quilômetros.

O projeto, que começou a ser desenvolvido há três anos, demandou estudos técnicos em cidades do Nordeste onde funciona o metrô sobre rodas. A primeira composição chegou em 4 de março. Uma antiga estação da Rede Ferroviária Federal, desativada, foi transformada numa das estações de embarque e desembarque. O VLT utiliza a malha de trilhos da antiga RFFSA no perímetro urbano.

Os testes estão sendo acompanhados pela Companhia Estadual de Engenharia de Transporte e Logística (Central) de Macaé. Toda a linha férrea do perímetro urbano da cidade foi recuperada. A expectativa é que o metrô de Macaé atenda 80 mil passageiros por dia.

A prefeitura investiu R$ 25 milhões na primeira fase do projeto. O governo federal vai liberar R$ 47,8 milhões, com recursos do FGTS.

— O metrô de Macaé vai oferecer qualidade, agilidade e conforto às milhares de pessoas que dependem do transporte coletivo — disse Braga

Ramal ferroviário foi adaptado para o VLT

O subsecretário estadual de Transportes, Delmo Pinho, disse que o estado e a Petrobras já definiram um novo traçado para os trens de bitola larga que vão transportar combustíveis e materiais para o Porto do Açu e vão passar fora da área urbana de Macaé. Com isso, o ramal do VLT ficará livre para futuras ampliações.

— Em Macaé foi feita uma adaptação interessante no ramal ferroviário para a operação do VLT. É um sistema com carros movido a motores a diesel muito usado na Europa. Uma solução simples, barata e que poderia servir de modelo para outras cidades do Rio e do Brasil — sugeriu Pinho.

O VLT tem como objetivo principal desafogar o trânsito. Ele terá capacidade para transportar, por viagem, 368 passageiros. Os usuários vão poder atravessar a cidade em 30 minutos, em dez estações. São 28 quilômetros de linha férrea.

Segundo o secretário de Mobilidade Urbana de Macaé, Jorjão Siqueira, a passagem custará R$ 2, o mesmo preço das linhas de ônibus que circulam na cidade.

A prefeitura de Macaé já propôs a municípios vizinhos como Rio das Ostras uma parceria para que o VLT possa unir as duas cidades. A mesma proposta foi feita à vizinha Quissamã (antigo distrito de Macaé) e a Campos. Isso porque existe a linha férrea interligando esses municípios, o que viabilizaria o projeto. A prefeitura de Rio das Ostras estuda a proposta.

FONTE: Globo.com

MESES PERDIDOS

Quando me disseram que saiu uma matéria em um jornal local com o título “pesquisa da Secretaria de Turismo traz boas surpresas”, quis ler, pois fiquei curioso. Realmente existia a matéria sobre o turismo…de Arraial do Cabo. Fica a pergunta: e Cabo Frio, o que está fazendo?

Sempre que falo sobre o rumo do turismo de Cabo Frio, digo que está equivocado porque, atualmente, acham que um show resume o significado de turismo.

Estamos no mês de abril que, junto aos meses de março e maio, são os melhores meses de praia e sol  em nossa terra. Quem é daqui, ou vive aqui há algum tempo, sabe do que estou falando. A água transparente, uma leve brisa, sol quente e povo vibrante, são o conjunto que me leva a perguntar o porquê de não se trabalhar isso.

Janeiro e fevereiro já possuem o seu devido espaço no nosso turismo. Agora, os meses de março a maio que, por tradição, são maravilhosos, deveriam receber uma atenção especial, trabalhando as agências de turismo de São Paulo, Minas e outros estados, de forma a trazermos aqueles que não tiveram suas férias na alta temporada, oferecendo maiores atrações e levando a eles o que temos de melhor nesse período: a praia e uma cidade receptiva, transformando o que atualmente são meses de movimentação local em uma continuidade da alta temporada, incrementando o comércio e a hotelaria.

Isso é o básico, sem muito mistério. Perderam 8 anos inventando um turismo inexistente e deixando de fazer o dever de casa. Vamos mudar isso, transformando esse período em uma nova realidade para o turismo e a população.

Até amanhã !

Alair Corrêa

CABO FRIO – ARRECADAÇÃO DOS ROYALTIES EM MARÇO/2012

16 MILHÕES DE REAIS SÓ DE PETRÓLEO.

PREFEITURA DE CABO FRIO RECEBEU MAIS DE 16 MILHÕES DE REAIS DA PARCELA MENSAL, SÓ DOS ROYALTIES DE PETRÓLEO NO MÊS DE MARÇO!

CABO FRIO – ARRECADAÇÃO DOS ROYALTIES EM MARÇO/2012

FATOS E OPINIÕES 10

O AEROPORTO

Alberto Corrêa e Castro Neto

Recentemente a grande imprensa noticiou o aeroporto de Cabo Frio como um bom exemplo de como uma administração ágil é capaz de render frutos para o setor. Foram registros efetuados no jornal “O Globo” de 21 e 26/02/2012 e, nessas matérias, aquele jornal cita o nosso aeroporto como modelo para novas licitações, como aquelas realizadas em Guarulhos, Campinas e Brasília.

Mas a história do aeroporto de Cabo Frio começa há muito tempo, ainda na década de oitenta, mais precisamente em 1988 quando em árdua negociação com a empresa Perynas, o então Prefeito Alair Corrêa conseguiu 1 milhão de metros quadrados para a realização de um de seus sonhos – construir um aeroporto para Cabo Frio.

Este sonho começou a se concretizar em 1997 quando se deu início à sua construção, capitaneada por Alair e seu Secretário, o saudoso Jacob Mureb. Foi inaugurado em dezembro de 1998 com uma pista de 1.800 metros. Já era considerado, naquela época, o maior aeroporto do interior do Estado do Rio de Janeiro.

Mas não foi somente esse o seu pioneirismo. Em 2001, através de processo licitatório, foi adjudicada – sob regime de concessão – a operação do aeroporto para a empresa Costa do Sol Operadora Aeroportuária S. A., por um período de 22 anos. Com uma antecedência de 10 anos em relação ao atual governo federal, o governo municipal de Cabo Frio vislumbrou esse “modus operandis” como o de maior eficácia para a gestão desse aeroporto.

Nos idos de 2005, os governos federal e estadual se despertaram para a potencialidade deste verdadeiro centro logístico e investiram na sua ampliação, com aumento de sua pista para 3.200 metros além de outras facilidades, por exemplo entreposto aduaneiro e recintos alfandegados. Foi reinaugurado em 2007, sem contar com a presença de seu mentor e construtor, tudo por um misto de inconfessável inveja, desmesurada mesquinhez e colossal incompetência.

É claro que este aeroporto é um centro nervoso para toda a região, um elo de ligação com o mundo tendo em vista as suas possibilidades de distribuição de cargas e proximidade de grandes empreendimentos (Itaguaí, complexo Açu, área “offshore”, industria naval, etc.). Mas, ele é muito mais do que isso!

As distâncias aéreas de Cabo Frio para: Rio (141 km), Macaé (78 km), São Paulo (550 km), Belo Horizonte (400 km) ainda não despertaram os empresários para pequenas companhias de aviação que façam esse trajeto em tempo infinitamente menor do que o deslocamento rodoviário. Imaginem uma linha aérea Campos-Macaé-Cabo Frio – Santos Dumont (RJ), ou seja, desembarcar o passageiro no centro da cidade do RJ em poucos minutos. Acho que isso iria interessar bastante aos empresários dessas cidades, aos órgãos governamentais e, até mesmo, turistas e passageiros eventuais para esses locais. Mas, isso é uma outra história!

Gostaria de terminar este texto com a reprodução de mensagem eletrônica enviada pelo Sr, Paulo Brunner, Professor Adjunto da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), ex-Presidente da FERLAGOS, ex-Secretário Municipal de Cabo Frio, que viveu intensamente todos os momentos anteriormente relatados e não se conformou com esse “esquecimento” do jornal

Cabo Frio, 28 de fevereiro de 2012

Prezado Senhor

João Roberto Marinho

Vice-Presidente das Organizações Globo

Como cidadão cabo-friense, antes de qualquer comentário, faço questão de externar meus sinceros agradecimentos pela reportagem veiculada na seção de Economia do jornal O Globo relativa ao Aeroporto Internacional de Cabo Frio, bem como pelo Editorial publicado no domingo passado sobre o exemplo da bem sucedida “privatização” dos serviços aeroportuários lá prestados.

Em primeiro lugar, é imperioso não esquecer que o Aeroporto de Cabo Frio foi fruto de uma longa e difícil negociação do então Prefeito Alair Corrêa, com órgãos estaduais e federais, especialmente pelo antigo Ministério da Aeronáutica. Suas obras foram executadas com a maioria dos recursos advindos do Município e verbas federais específicas para este setor. A construção de todo o complexo foi concluída em 2001, durante o segundo mandato consecutivo de Alair Corrêa como Prefeito.

Em segundo lugar, cabe esclarecer que a Prefeitura de Cabo Frio é a única proprietária do Aeroporto e não houve, no caso, processo de privatização. Na verdade, ainda em 2001, os serviços aeroportuários foram objeto de um processo licitatório vencido pela empresa Costa do Sol.

Face ao exposto, solicito que estas informações sejam lembradas nas próximas reportagens, artigos ou citações que forem feitas com relação ao Aeroporto de Cabo Frio.

Certo de sua atenção, aproveito o ensejo para lhe manifestar meu apreço e distinta consideração.

Atenciosamente

  Paulo Sérgio Brunner Rabello

Professor Adjunto da UERJ

Bem, até a data presente não houve publicação desse texto em qualquer veículo da organização, nem qualquer resposta ao autor!

POR ONDE CAMINHEI – Boulevard Canal

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FOTOS: Closé

No nosso governo, a Avenida dos Pescadores, no Centro de Cabo Frio, ganhou novo nome e uma grande reformulação a partir de um projeto de revitalização. No Boulevard Canal onde, ao longo dos seus 800 metros, encontram-se as melhores opções de lazer e alimentação da cidade. O novo visual, inaugurado em 2002, chama a atenção de moradores e visitantes. Fachadas padronizadas e iluminação especial foram algumas das mudanças executadas às margens do Canal do Itajuru. A área ficou mais aconchegante com pavimentação das vias com calçamento intertravado pigmentado e cerâmicas esmaltadas de alta resistência. O projeto de paisagismo também deu mais charme ao Boulevard Canal, que em substituição à calçada de pedras portuguesas recebeu um deck avançado em 2 metros para o canal com a utilização de estrutura pré-moldada de concreto e madeira. A revitalização também contou com obras de infraestrutura de base do pavimento e da rede de drenagem de águas pluviais.