Category Archives: Região dos Lagos
RIALA FOLIA – DIA 11 DE FEVEREIRO!
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MARIA JOAQUINA
Por Willians Pinheiro, Morador de Maria Joaquina.
Quem conhece a linda e rica cidade de Cabo Frio, não imagina que existe um bairro tão abandonado e esquecido como Maria Joaquina (Tamoios).
Moradores, trabalhadores e crianças transitam nessas ruas com esgoto a céu aberto, lama, buracos expostos e todo tipo de perigo.
Um lugar onde não há coleta de lixo decente, saúde pública, arruamento, lazer. Serviços básicos para a sobrevivência de uma família.
Adolescentes e crianças sendo aliciadas pelo tráfico cada vez mais crescente na região. A violência fica cada vez mais evidente e nada é feito.
Em dias de chuva muitos moradores não conseguem sair de suas casas, pois as ruas ficam completamente alagadas e em muitos casos, as residências também.
Ironicamente os moradores batizaram uma rua como “Rua das Águas” devido ao seu estado com as águas de chuva e esgoto.
A força policial mais próxima fica na cidade de Búzios, e quando acionada não pode intervir, pois se trata de outra jurisdição. E quando a jurisdição competente é acionada, nada é feito devido à distância. Apesar de pertencer à Cabo Frio, os moradores de Maria Joaquina sempre precisam recorrer à Búzios quando o assunto é saúde, emprego e educação.
O único Modulo médico do bairro sofre com a falta de médicos e infra estrutura encerrando seu expediente às 16:00h. Existe apenas uma escola no bairro de 1ª a 5ª série, onde para conseguir vaga, os responsáveis precisam passar a madrugada na fila.
Para o lazer de nossas crianças, existe apenas uma praça, em péssimo estado, e uma pequena área gramada onde foi improvisado um campo de futebol onde todos os dias o esgoto dos bares vizinhos é despejado à luz do dia ao mesmo tempo em que as crianças brincam no local.
A situação de Maria Joaquina hoje é vergonhosa! Só o que pedimos é dignidade para nosso bairro.
FONTE: Portal Tamoios
FATOS E OPINIÕES 6
CIDADÃO, COMO VAI A SUA CIDADE?
Alberto Corrêa e Castro Neto
Cabo Frio cresceu! Em quinze anos vimos a população de 91.022 habitantes, em 1995, atingir 186.227 habitantes no ano de 2010, segundo o censo realizado pelo IBGE. Hoje, se estima que a população esteja próxima dos 190.000 habitantes.

Normalmente, as cidades do interior do Estado que apresentam melhores oportunidades, quer em qualidade de vida ou possibilidades profissionais, têm a sua taxa de crescimento ascendente. Foi o caso de Cabo Frio, em especial na década 1995 – 2005, como se depreende do quadro a seguir:

O período de maior prosperidade de Cabo Frio, que ocasionou um fluxo migratório mais intenso, foi a década de 1995 – 2005 que, em termos acumulados, atingiu um aumento populacional de 68.662 (75,4%), todos em busca do “eldorado” que se configurava. Afinal, Cabo Frio vivia uma época muito favorável, sendo conhecida pelo Brasil afora como a cidade mais limpa e alegre do país, com oportunidades e promessas de um processo de desenvolvimento contínuo e permanente. Com a reversão dessas tendências – no qüinqüênio 2005/2010 – a expectativa com relação à cidade mudou e a taxa de crescimento populacional desabou para 16,6% nesse período.
E os problemas começaram, todos eles frutos de uma visão administrativa distorcida, abandono do plano estratégico de longo prazo estabelecido na década de 90, além de uma série de equívocos e malfeitos.
O censo de 2010 identificou uma população de 186.227 habitantes para o município de Cabo Frio. Fizemos uma partição pelas seguintes faixas etárias:

Podemos observar que o nosso município possui uma população de 60.706 crianças e jovens (até 19 anos de idade). É um grupamento populacional que deveria estar em seus lares ou em creches ou freqüentando os bancos escolares. Dentre eles, uma minoria – por necessidade de sobrevivência – já iniciou suas atividades no mercado de trabalho. Eles representam o nosso destino, nossas futuras forças produtivas! A contribuição presente deles para a nossa economia é muito pequena ou inexistente. Eles devem ser os alvos de nossas políticas educacionais e de formação de mão-de-obra, pois eles são – como já foi dito – a nossa esperança, o nosso porvir!
O máximo de nossa força produtiva é representado pelos cidadãos entre 20 e 49 anos, que devem estar em plena atividade gerando seu próprio sustento e riquezas para suas famílias, para o município e para a nação. Para a consecução desses objetivos é necessário que, em primeiro lugar, haja emprego e, em segundo, que esta mão-de-obra esteja suficientemente preparada para a ocupação desses postos de trabalho. Em nossa cidade não há nenhum desses dois requisitos!
Nestas condições adversas, os maus gestores públicos se utilizam das políticas assistenciais para “aprisionar” os cidadãos desfavorecidos com o fornecimento de bolsas, cartões e todos os demais benefícios já por todos bem conhecidos. Eles usam a moeda de uma única face, ou seja, não propiciam a devida contrapartida através de políticas de geração de empregos e formação de mão-de-obra. Eles dão as condições de sobrevivência ao cidadão – o que é correto – mas, de forma cruel, se “esquecem” de dar as condições para que o munícipe obtenha sua dignidade, mediante a sua inserção no mercado de trabalho. Não basta dar o peixe, há que se ensinar a pescar!
Mas não é o que se vê! A atual administração – por questões inexplicáveis, já que era algo em benefício da população – jogou no lixo o “Plano de Qualificação e Inserção Profissional” previsto no plano estratégico do município e que, na verdade, representava um amplo plano de geração de emprego e renda. Ele previa a instalação de galpões de formação de mão-de-obra e cooperativas associadas, onde seriam repassados os conhecimentos e habilidades específicas para a formação de centenas de profissionais preparados para atuar em diversas áreas (corte e costura, garçons e garçonetes, funcionários de hotelaria, marcenaria, pintura, industria náutica, eletricistas, e por aí vai…).
Já numa faixa acima, encontramos o cidadão mais experiente, os cinquentões e sessentões. Nesse grupo, Cabo Frio tem 32.030 habitantes. Muito do que foi dito para o grupo anterior também é válido para este. Nessa faixa etária em que o aprendizado se torna mais difícil, em especial nas camadas mais desfavorecidas de nossa população, encontramos situações totalmente antagônicas. Um grupo ainda ativo no mercado de trabalho, bem sucedido, experiente e que pode orientar e ajudar os mais jovens, quer pela transmissão de seus conhecimentos quer pela possibilidade de empregá-los. Do outro lado, o desvalido, o sem chance, o abandonado. É nessa faixa etária que se identifica a maior concentração de renda e riquezas, de um lado, e a maior pobreza e desigualdade social, do outro.
Já dentre aqueles que conseguiram ultrapassar os 70 anos – 8.202 habitantes – existe um grande grupo de aposentados vindos de outras partes do nosso Brasil e que trazem recursos para a economia de Cabo Frio, além daqueles cabo-frienses que já atingiram a época do merecido descanso. Mas, não se enganem! Nesse grupo se inserem as maiores cabeças pensantes e grandes líderes e governantes. Moisés foi chamado pelo Senhor aos 80 anos para libertar e guiar seu povo. Winston Churchill, aos 81 anos, ainda era primeiro ministro britânico, Konrad Adenauer foi chanceler alemão até os 87 anos e, por aqui, Oscar Niemeyer, aos 104 anos, dá expediente em seu escritório de arquitetura.
Cabo Frio já sofreu e pagou seu preço! Examinemos o passado, sem lamentos, somente com o olhar crítico; vivamos o presente com a experiência desse passado e a esperança no futuro. O final dessa noite sem estrelas aponta para a claridade do início da manhã!
POR ONDE CAMINHEI – Ginásio Poliesportivo
Sempre fui um incentivador dos esportes amadores e profissionais de Cabo Frio, investindo na formação de novos atletas. Construi o Estádio Correão, a Associação Atlética Cabofriense e apoiei diversos segmentos esportivos como o surf, o kart e o futebol, uma paixão nacional. Foi no meu governo que o time da Cabofriense ganhou destaque nacional e que várias escolinhas de futebol surgiram na cidade com o objetivo de tirar as crianças das ruas. Com a construção do Ginásio Poliesportivo, o esporte de quadra ganhou destaque, incentivando a formação de futuros atletas olímpicos. As competições passaram a ser realizadas com mais conforto. O ginásio tem capacidade para 3.200 pessoas com assentos individuais e uma quadra poliesportiva de madeira com dimensões oficiais.
TAMOIOS, A CIDADE DO LIXÃO
Por Alan & Katyuscia Chaparral
O Distrito de Tamoios, ou melhor, a cidade de Tamoios, afinal, devido as proporções podemos nos encaixar no perfil de uma cidade, encontra-se transformada em um verdadeiro lixão, ou melhor, na cidade do lixão.
Tal lixão tem contribuído para proliferação de ratos, baratas e urubus, além da participação ativa na eminência de mais um surto de dengue, afinal, os agentes propagadores encontram-se todos reunidos em nossa cidade.
Infelizmente nos últimos trinta dias, a coleta de lixo que é precária e ineficiente, pois, não vem abrangendo de forma satisfatória a população, se tornou ainda mais insuficiente.
Insuficiência esta que é facilmente constatada, porem, tal fato não encontra-se restrito as margens da Rodovia Amaral Peixoto, muito pelo contrário, as margens da Rodovia pode ser considerada apenas a ponta do Ice Berg, pois, o problema é bem maior e mais complexo nas ruas que ficam ao lado contrario a praia, ruas estas com verdadeiros amontoados de lixo, nas portas das residências e em alguns terrenos baldios, transformados em verdadeiros lixões.
Por falar em margens da rodovia, vale ressaltar, que a mesma “Lado Praia” encontra-se ainda a espera da conclusão da obra de urbanização, obra esta já inaugurada, divulgada e “PAGA” .
Muitas destas ruas possuem grandes extensões, algumas chegando a ter até um quilômetro de comprimento.
A situação em Tamoios tem se tornado cada vez pior, com o aumento da população as nossas carências estão cada vez mais gritantes, o caos que rege o nosso Distrito, ou melhor, a nossa cidade, tem tornado insustentável e insuportável o dia a dia de nossa população.
Se em meados de janeiro já estamos enfrentando problemas com insuficiência de coleta de lixo, imaginem o que iremos enfrentar no carnaval.
Sinceramente, o que Tamoios necessita de mais urgentemente é de um choque de ordem.
Um Forte Abraço a Todos,
Alan & Katyuscia Chaparral
Fotos Abaixo:
FONTE: Blog Alan do Chaparral
O TURISMO EM CABO FRIO
Por Luciana G. Rugani
Recentemente, o Ministério do Turismo elaborou a lista de roteiros turísticos para os visitantes da Copa 2014 e indicou cento e oitenta e quatro destinos, sendo dez do Estado do Rio de Janeiro, deixando de fora a cidade de Cabo Frio.
É… os tempos são outros! Uma cidade que, pela relevância do desenvolvimento obtido, já foi considerada capital da Região dos Lagos, antes reconhecida como um dos principais destinos turísticos do Brasil e hoje não é indicada para compor uma lista de dez roteiros turísticos no estado! No governo de Alair Corrêa, a cidade possuía eventos diversificados durante todo o ano, pois, justamente por ser uma cidade atrativa, era muito visada para a realização dos mesmos. Assim, o turismo permanecia o ano todo. O trabalho de divulgação era intenso. Lembro-me bem de ter assistido, por volta de 2000, ou 2001, um programa de TV na capital mineira que falava sobre o sistema de setorização cromática, idealizado por Alair, que levou a cidade a ser classificada como a mais limpa do Brasil. O programa mostrou a limpeza das ruas e o entrevistou. Ouviam-se boas notícias da cidade fora de suas fronteiras.
Ultimamente, a cidade tem sido manchete dos jornais através de notícias sobre violência, favelização, problemas na saúde e educação, e por aí vai. Infelizmente são muitos os problemas acumulados, e isso afasta grande parte dos turistas, principalmente aqueles que vivem nas capitais e que buscavam a cidade justamente porque era um lugar tranquilo, seguro e acolhedor, diferente de suas cidades de origem. Além disso, a cidade está há sete anos sem planejamento direcionado ao turismo. Até hoje a cidade não possui seu Plano Diretor de Turismo, apesar da obrigatoriedade prevista no § 2º do art. 243 da Lei Orgânica Municipal, e, pelo que temos observado, caso existisse seria mais um documento a simplesmente cumprir uma formalidade, visto que, em termos de ações e atitudes (apesar da arrecadação bilionária) os últimos anos foram de completa paralisia no setor.
Vale reler trecho da matéria que saiu no Jornal de Turismo, em julho/11:
“Já Cabo Frio quer acabar com o estigma de ‘cidade onde cariocas buscam passar apenas o verão’. A prefeitura montou um calendário de eventos…, além de festivais gastronômicos… Com a divulgação dos dados do Censo 2010, constatou-se um número elevado de residências fechadas” (trecho do artigo “Cidades da Região dos Lagos (RJ) participam do Salão Nacional de Turismo”, publicado no dia 11/07/11, no Jornal de Turismo – http://www.jornaldeturismo.com.br )
Já há algum tempo que não passa despercebido o fato do turismo ter decaído na região. E, para atacar realmente esta questão, não basta simplesmente estabelecer um calendário de eventos. No governo Alair, havia todo um conjunto de ações, um planejamento estratégico que culminava no turismo o ano inteiro, o que quer dizer: havia um planejamento turístico sustentado por medidas concretas em relação a questões de infraestrutura. Como a cidade investia em melhores condições de segurança, saúde, urbanização, incentivo e apoio a empreendimentos hoteleiros, naturalmente era atrativa para muitos eventos e ainda contava com intensivo trabalho de divulgação que correspondia à sua realidade. É como diz o § 1º do art. 243 da Lei Orgânica: “O Município definirá a política municipal de turismo, buscando proporcionar as condições necessárias para o pleno desenvolvimento da atividade”. E, as condições necessárias para o pleno desenvolvimento da atividade, a que se refere o artigo, também passam pela questão da segurança, do emprego, das condições sociais de sua população carente e pela limpeza e conservação das praias e dos bens públicos, pois, sem um efetivo empenho por parte do governo municipal para melhorar estas questões, a eficácia de qualquer política de turismo fica comprometida, fica difícil reerguer a cidade ao patamar, antes ocupado, de cidade com reconhecimento nacional no turismo.
Agora solicitam uma reavaliação da decisão e clamam pela inclusão da cidade no roteiro 2014 utilizando argumentos que não condizem com a realidade, entre eles o de que os serviços médicos são referência para os moradores da região. Acontece que já foi assim no governo de Alair, pois Cabo Frio era a cidade mais procurada para atendimentos, mas, hoje, a história é outra. Hoje as notícias chegam numa velocidade surpreendente em qualquer lugar deste país e do mundo, e o que mais temos visto são notícias de problemas sérios na saúde cabofriense, como surtos de diversas doenças e moradores de Cabo Frio tendo que buscar atendimento em hospitais de outras cidades da região.
Para concluir, independente do resultado do pedido de reavaliação, é preciso que haja a conscientização de que essa questão da não inclusão da cidade no roteiro da copa é um importante sinal de alerta que traduz claramente a irrelevância da cidade, hoje, no cenário turístico brasileiro, confirmando, a nível nacional, o que já percebemos por aqui: a inexperiência administrativa da gestão atual, que permitiu a perda de conquistas antes notórias e conhecidas em todo o país.
PRAÇA DAS ÁGUAS CABO FRIO – DESCASO OU DESCONHECIMENTO?
Por Charles Domingues
Estou em Cabo Frio há um ano, e realmente vejo como Deus foi generoso com essa cidade, que é dotada de um clima fantástico, onde a ventilação natural é algo que na maioria das vezes esta presente e por muita das vezes chega a substituir a climatização artificial, porem também vejo que apesar de toda essa generosidade do criador, o homem não vem dando continuidade a manutenção dessa obra, ou seja, é necessário que o homem além de cuidar do meio ambiente natural também preserve o meio ambiente artificial, contudo, o que vem a ser meio ambiente?
Lei 6938 de 31 de agosto de 1981-Política Nacional de Meio Ambiente;
O art.3º, I, da Lei 6.938/81, definiu Meio Ambiente como:
O Conjunto de Condições, leis, influências e interações de ordem física, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas. Posteriormente, com base na Constituição Federal de 1988, passou-se a entender também que o meio ambiente divide-se em físico ou natural, cultural, artificial e do trabalho.
Meio ambiente físico ou natural é constituído pela flora, fauna, solo, água, atmosfera etc., incluindo os ecossistemas (art. 225, §1º, I, VII).
Meio ambiente cultural constitui-se pelo patrimônio cultural, artístico, arqueológico, paisagístico, manifestações culturais, populares etc. (art.215, §1º e §2º).
Meio ambiente artificial é o conjunto de edificações particulares ou públicas, principalmente urbanas (art.182, art.21, XX e art.5º, XXIII).
Voltando ao titulo da nossa postagem, não sabemos se é descaso ou desconhecimento, senão vejamos:
Na belíssima Praia do Forte existe uma fabulosa obra, que foi a construção da Praça das Águas, na verdade se trata de um enorme lago de água doce com um volume estático,” segundo informações” de aproximadamente 1500 M3, possui peixes de água doce, chafariz, cascata, iluminação e pedras cenográficas.
A Praça das Águas como todas as fontes ornamentais passam a fazer parte do meio ambiente cultural da cidade e como tal e de acordo com a PNMA 6938 de 31 de agosto de 1981, ela deve ser preservada e cuidada, haja vista ser um patrimônio da cidade, e também local de altíssima quantidade de visitantes, o que aumenta mais ainda com a chegada do verão e possibilita um contato maior das pessoas com o aerosol liberado pelo chafariz e cascatas. Logo fica a sugestão de que seja realizado tratamento específico visando a melhoria do aspecto da água, assim como um rígido controle da qualidade da água circulante (físico-químico e microbiológico), pois existe um circuito aberto com recirculação de água, que caso já não venha sendo realizado, que se passe a fazer um acompanhamento analítico, incluído cor, odor, materiais flutuantes, aspecto e pH dentre outros itens incluindo análise microbiológica especifica. Tais ações visam não só preservar a beleza da praça das águas, com uma água de melhor aspecto, mas também preservar os frequentadores, haja vista os mesmos sempre ficarem muito próximos da cascata e chafariz, e como já mencionei os mesmos produzem spray.
Abaixo inseri algumas fotos que demonstram a nossa preocupação com a conservação desse belíssimo patrimônio, assim como, também com as pessoas que freqüentam o local incluindo eu e a minha família.
Indicação da presença de vida, porém a água se encontra totalmente esverdeada
Pessoas alimentando os peixes
Queda d’água com presença de biofilme
Presença de materiais de origem orgânica (Espuma esverdeada), agregado entre as pedras
Visão geral da condição da água
Chafariz (acima e abaixo), água totalmente verde, indicando presença de algas
(Detalhes do Spray)
Mais um detalhe do estado da água
Detalhe da coloração do retorno da água da fonte
Abaixo Alguns “outros” detalhes em sequência
Cabe ressaltar que existem diversas formas de se trabalhar preventivamente, seja melhorando o estado atual da água por intermédio de tratamentos adequados, assim como realizando um rígido controle da qualidade físico química e microbiológica (análises específicas) da mesma, como já foi dito anteriormente.
Com o passar do tempo eu atualizarei a condição da praça das águas, seja sob aspecto conservação e limpeza, seja sob controle físico químico e microbiológico ao alcance da população.
FONTE: Blog do Charles Domingues














