O MILICIANO TRAMBIQUEIRO

Dono de um pasquim conhecido como FOLHA dos MENDES que ao longo dos anos sempre pautou sua sobrevivência na vergonhosa SUBMISSÃO DE POLÍTICOS E EMPRESÁRIOS. Gente como o prefeito Marquinho Mendes e empresários ligados aos “seus governos”. Ameaçados pelo miliciano com publicações de notícias que os prejudiquem, trocam por vantagens, para esconder as safadezas ou omissão para não prejudicá-los. A triste dependência do Miliciano da folha o fez utilizar como motivo para sobreviver o caminho promíscuo do DINHEIRO SUJO QUE RECEBE PARA ELOGIAR O GOVERNO OU, PRINCIPALMENTE, PARA NÃO FALAR DELE. E, POR ÚLTIMO, AGRADANDO-O AO PERSEGUIR O MEU GOVERNO MESMO JÁ TENDO TERMINADO HÁ SEIS MESES! As tramóias, comuns nos governos de Marquinho, tornou-se ferramenta fácil nas mãos do miliciano da mídia para a extorsão, onde ao longo dos anos aproveitou para ganhar dinheiro de forma desonesta e com isso manter o seu pasquim por anos nas bancas sob a falsa bandeira de “que foi o único no ramo com competência para não sucumbir”. Assim, o prefeito paga pelo silêncio do jornal, aliás, não é só ele quem paga, tem também alguns empresários prestadores de serviço à cidade que também, por pressão do miliciano dono do pasquim, pagam mensalmente pelo silêncio dele.

Se esse jornal continua nas bancas quando todos os outros do Interior sucumbiram, a resposta é clara: esses fizeram um jornalismo ético e honesto, diferente da triste postura do representante da folha da milícia. A questão é que o miliciano da mídia persegue com matérias fortes pressionando políticos e empresários que, com medo, acabam pagando ao desonesto dono do jornal. No morro a milícia obriga o cidadão a comprar o gás e a famigerada gatonet com eles, enquanto aqui o produto do miliciano da mídia é a compra do seu silêncio ou venda de elogios baratos. Esse tipo de elogios e silêncio são vexatórios. Lembro-me quando o miliciano esteve internado na clinica Santa Helena e a conta da clínica chegou a valores enormes. Ao ter alta, bateu tanto no governo de MM até que o prefeito pagou sua dívida com a clínica. A partir de então, o jornal voltou ao silêncio e elogio. Mesmo com suas muitas ameaças e matérias tentando me desmoralizar mantive-me imune as imundices do Miliciano. Não deixei que me envolvesse em sua rede de safadeza. Não me arrependo da posição que tomei, fui corajoso e não me curvei. Não dei e não darei dinheiro pra esse abutre. Seu lema “me paga ou te destruo” comigo não obteve sucesso. Não acompanhei as pessoas que optaram pagar pelo silêncio do miliciano para não terem publicações que pudessem lhes trazer problemas maiores.

Posso até compreender esse medo, mas preferi não conviver com esse tipo de gente, continuo aqui em minha trincheira. Certa ocasião o Miliciano mandou um recado: “QUERO VINTE MIL REAIS POR MÊS E O JORNAL ESQUECE O GOVERNO DELE”. Como não paguei nunca me esqueceu e me perseguiu nos últimos anos. A diferença de agora para os anos anteriores é que ao final dos meus governos ele me esquecia, mas dessa vez, embora já tenha saído da prefeitura há cinco meses, continuo sendo a bola da vez. Não é apenas uma questão de insatisfação por nunca ter-lhe dado dinheiro, mas prossegue me perseguindo para ficar nas graças do governo do prefeito adversário. Não tenho medo dele o miliciano, nem do que escreve para sua meia dúzia de leitores!

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