REVITALIZAÇÃO DO CENTRO E DA PRAÇA PORTO ROCHA

Sou pré-candidato. Entre ter a honra, daqui a alguns anos, de ter revitalizado a Praça Porto Rocha e dar uma dica para que o prefeito atual o faça agora, prefiro a segunda opção  para que o nosso povo tenha o benefício imediato. Então vamos lá!

A Praça Porto Rocha, projeto do ex-vereador Aristarco Accioly, foi construída em 1972 pelo prefeito Otime dos Santos. Em 1994, foi totalmente reconstruída pelo prefeito José Bonifácio que, inclusive, refez o coreto que havia sido destruído na primeira reforma. Como o substituí e a praça havia sido refeita por ele, me limitei a fazer outras praças, orlas e a manutenção da nossa praça principal, que era mantida sempre limpa e organizada.

Infelizmente nos últimos 8 anos, agora no governo Marquinho Mendes, a praça foi literalmente abandonada. Tornou-se um vexame para todos os cabo-frienses, pois conhecemos uma cidade por sua entrada e por sua praça principal.

Quando assumimos a prefeitura em 1997, durante nosso governo, fizemos as duas entradas da cidade. Muitos lembram quando construímos as duas pistas da ponte da Praia do Siqueira até o trevo da Volks e, naquela ocasião, retiramos mais de 400 placas de propaganda e ferros-velhos que poluíam e enfeavam a nossa principal entrada. Já a partir do ano 2000, quando iniciamos nosso terceiro mandato, construímos a nossa outra entrada — do Vinhateiro, passando pelo Porto do Carro até a nova ponte. Essa obra gigantesca está localizada onde antes existiam 129 casas de moradia e comerciais e foi 100% realizada com verba do município.

Com as entradas prontas e a praça central (Porto Rocha) mantida organizada e limpa, a nossa cidade era conhecida e visitada da maneira como deve acontecer: Entradas decentes e praça cuidada.

Como governante construímos muito, mas também mantivemos com o mesmo zelo os demais lugares. Lamentavelmente, uma coisa simples, que era cuidar da Praça Porto Rocha, o governo atual não fez. Pelo contrário, tornou-a uma bagunça.  Hoje há pedras soltas e muitas soltando; nas festas são utilizadas barracas feias; há viatura da PM estacionada no meio da praça etc…etc. Como hoje não sou o governante, resolvi dar uma dica para o prefeito.

Olhem, ontem entrou na conta da prefeitura a trimestral do Petróleo, no valor de 38 milhões. Sabedores de que a parcela anterior recebida pela PMCF foi de 28 milhões, logo temos um acréscimo de 10 milhões de reais da última parcela para essa.

Considerando o preço, embora absurdo, da reforma da Praça da Bandeira — 1 milhão e 400 mil reais, e que a Praça Porto Rocha tem a metade da área, poderia reconstruí-la com 700 mil reais. Como estamos falando do “coração” da cidade, o que exige uma obra diferenciada, admitamos que gastem 2 milhões. Ainda sobrariam, em relação à parcela, 36 milhões. Se considerarmos só o acréscimo desta trimestral, sobram 8 milhões. Sugiro inclusive que utilize os 10 milhões na Praça e na revitalização do centro. Se o prefeito  fosse eu  que, por direito tomasse posse, assim o faria. Além da praça, revitalizaria as ruas do centro, a Érico Coelho, a Major Belegard,  a Bento Ribeiro, a Jonas Garcia… Está dada a dica, é só executá-la.

Digo mais, de forma alguma, com todo esse dinheiro, deixaria para o próximo prefeito uma obra como essa. Esse dinheiro extra deve ser utilizado para beneficiar a população de nossa cidade. É assim que se age quando a nossa terra e a nossa gente são respeitadas. Sendo eleito, serão necessárias várias obras e as faremos. E, se o atual governo, com toda essa dinheirama, não refizer a Praça Porto Rocha, nós também a reconstruiremos.

E DIGO MAIS: NOSSA CIDADE NÃO PODE ESPERAR PELO PRÓXIMO GOVERNO PARA TER SUA PRINCIPAL PRAÇA REVITALIZADA!

ALERJ – DISCURSO EM 2007 DO DEPUTADO ALAIR CORRÊA

Alerj

Discurso - Alair Corrêa
Sessão:Ordinária
Expediente: Inicial

Responsável: Dep. Taquigrafia Data de Criação: 03/10/2007

Texto do Discurso

O SR ALAIR CORRÊA – Sr. Presidente, Srs. Deputados, tivemos na última semana, precisamente sexta-feira, a presença do Sr. Presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Município de Cabo Frio para a reinauguração do Aeroporto Internacional de Cabo Frio. Foi a primeira vez que tivemos um Presidente de Estado em nossa cidade, de forma oficial. Para aquela reinauguração, eu havia sido convidado duas vezes pelo Governo do Estado, através de telefonemas recebidos do Sr. Secretário de Governo Wilson Carlos.

Esse aeroporto foi construído por mim, juntamente com o Governo Federal, quando o Presidente era Fernando Henrique Cardoso, em 1998. Lá recebemos o Sr. Governador Marcello Alencar e entregamos aquele aeroporto à população de Cabo Frio. Mas a história desse aeroporto se estende a tempos mais atrás, pois em 1985 eu consegui com uma grande empresa de Cabo Frio – na época eu era prefeito – uma área de um milhão e quinhentos mil metros quadrados para construir o aeroporto de Cabo Frio.

Aos olhos dos meus adversários e talvez até da população da cidade, ter aquele aeroporto era apenas um sonho que alguém poderia acalentar, até porque já existia o aeroporto de Macaé, um ponto de petróleo, e o aeroporto de Búzios, um ponto turístico. Alguém, naquele momento, não poderia imaginar que nós, em Cabo Frio, pudéssemos ter nosso aeroporto. Havia realmente uma grande indagação. Aos olhos de alguns parecia utópico esse sonho que nós acalentamos durante anos.

Ao sair do Governo em 1988, sem recursos, peguei a escritura daquela grande área e guardei-a comigo, para evitar que meus sucessores, dois prefeitos de Cabo Frio – Ivo Saldanha e Bonifácio –, pudessem pegar aquela área, dividi-la e distribui-la para com a população. Eu acreditava que um dia eu voltaria a ser Prefeito de Cabo Frio e efetivaria aquele sonho, construiria nosso aeroporto, como aconteceu.

Voltei à Prefeitura. Passei por esta Casa de 1994 a 1996 e voltei à Prefeitura. Comecei, então, a alicerçar, a pavimentar aquele caminho que me levaria um dia a efetivar o sonho de 1984.

O Sr. Francisco Pinto era Secretário de Transportes, na época, aqui no Estado. Junto com o Sr. Governador Marcelo Alencar, conseguimos com o governo federal – era presidente o Sr. Fernando Henrique Cardoso e tivemos a ajuda de um dos seus primos que tem residência em Cabo Frio – os valores necessários para a construção daquele grande aeroporto. Em 1998 – em novembro, precisamente –, lá estávamos nós, em um dia de festa, inaugurando o Aeroporto Internacional de Cabo Frio, com uma pista de 1.800 metros, 500 metros maior do que a pista do Santos Dumont, e já sendo o segundo Aeroporto do Estado do Rio de Janeiro.

Temos lá um terminal de cargas atuante, aonde chegam 20 caminhões por dia, que já contribuiu para os cofres do Estado com mais de 450 milhões de dólares passando, em cargas, por ali. Aquele aeroporto precisava da extensão da sua pista e o governo Lula, no seu primeiro mandato, já deixava locados os recursos que viriam a permitir que ampliássemos a pista de 1.800 metros para 2.500 metros. Acabou o meu governo, as obras ficaram paradas por três anos. O terminal de cargas continua atuando, beneficiando este Estado e, finalmente, a pista ficou pronta.

Nós recebemos, sexta-feira, o Sr. Presidente da República, o Sr. Governador do Estado e toda aquela gente convidada pelos três Poderes, o municipal, o estadual e o federal. Deixo aqui o meu protesto pela forma triste como fui tratado naquela oportunidade. Embora tenha sido convidado em duas ocasiões diferentes pelo Secretário de Governo, por ordem do Sr. Governador; embora tenha chegado a Cabo Frio a lista do Cerimonial, com o meu nome, naturalmente, fui impedido de entrar naquela grande obra que eu havia realizado no passado. Quem construiu o aeroporto e o idealizou; quem foi prefeito por três vezes em Cabo Frio, foi deputado duas vezes, foi vereador duas vezes não pode entrar na casa que construiu!

Há uma música, com letra de Luiz Geraldo, que se chama “Cidadão”. Aliás, o slogan da campanha e, agora, do governo do Prefeito de Cabo Frio – que eu irei substituir, se Deus quiser, ano que vem – é “O Cidadão”. A letra dessa música de Luiz Geraldo, que retrata o momento triste que eu vivi naquela oportunidade, diz o seguinte: “Está vendo aquele edifício, moço? Ajudei a levantar. Olho para cima admirado e vem um cidadão que me diz: ‘Está querendo admirar ou está querendo roubar?’” Mais à frente, a letra diz ainda da escola: “Está vendo aquela escola, moço? Eu também trabalhei lá, carreguei massa e cimento e hoje a minha filha quer se matricular, mas criança de pé no chão ali não pode estudar.” Finalmente, vem a terceira etapa da sua letra, quando ele diz: “Está vendo aquela igreja? Eu carreguei o sino e ali eu posso entrar, quando vem Cristo e diz para ele: ‘Moço, deixa de tolice. Não se preocupe com isso porque eu, Deus, fiz a Terra, coloquei água nos rios e fiz as matas e, hoje, o homem em muitas das casas não me deixa entrar.’”

Eu me vi ali, Sr. Presidente, Srs. Deputados, naquela situação. Olhei aquele prédio que eu construí, que eu sonhei. Para construí-lo eu corri gabinetes, ministérios, buscando recursos. Eu o inaugurei, vi aviões pousarem ali trazendo turistas para Cabo Frio, investindo no turismo, facilitando a vida do nosso povo, ali naquele prédio lindo que construí, eu também não pude entrar.

Srs. Deputados, chegou a hora de repensarmos as nossas posições e as nossas ações. Olhem só que desrespeito para com esta Casa, para com este Parlamento, com seu deputado, um homem com mandato, na sua terra, na sua cidade que construiu, que mudou a vida do povo, que transformou ao ponto de ter um slogan de campanha – “O Prefeito que mudou Cabo Frio” – naquele prédio tão bonito que construiu não deixaram ele entrar.

O SR. COMTE BITTENCOURT – V. Excelência me concede um aparte?

O SR. ALAIR CORRÊA – Concedo o aparte ao Sr. Deputado Comte Bittencourt.

O SR. COMTE BITTENCOURT – Sr. Deputado Alair Corrêa, independente de qualquer posição que o meu partido possa ter na questão eleitoral de Cabo Frio, quero hipotecar total solidariedade ao seu pronunciamento, em nome do meu mandato e da bancada do PPS nesta Casa, porque conhecemos a folha de serviços que V. Exa. tem para com a cidade de Cabo Frio, e acima de tudo V. Exa. é um deputado estadual. V. Exa. ser impedido de entrar numa solenidade pública, não estão impedindo o Sr. Deputado Alair Corrêa, estão impedindo um representante da população do Estado do Rio de Janeiro.

Eu proponho a V. Exa. que encaminhe à Mesa desta Casa, ao Sr. Deputado Jorge Picciani, solicitação de medidas enérgicas, seja através de uma moção de repúdio, a quem organizou essa festa em nome do Parlamento estadual, seja através até de uma ação de questionamento.

Quero hipotecar total solidariedade a V. Exa. e tenha certeza que o PPS irá apoiar qualquer iniciativa que venha corrigir tamanha injustiça, deselegância e diria até, inconstitucionalidade, ao proibir um deputado de participar de uma solenidade num espaço público.

Muito obrigado.

O SR. ALAIR CORRÊA – Muito obrigado, Sr. Deputado Comte Bittencourt.

A pequenez das pessoas que querem fazer política neste Estado e em nosso município é de alarmar, é de preocupar. Tirar o nome de um deputado, não falo nem dos meus 80 mil votos; falo do meu mandato dado pela população, dos três mandatos de Prefeito, do aeroporto que eu construí, que eu entreguei à população, que chegava de madrugada olhando as máquinas pavimentarem aquele futuro tempo que Cabo Frio teria a partir daquela obra. E, no entanto, os policiais abrem as mãos e me dizem: “O seu nome não está na relação, o senhor não pode entrar, o cerimonial não colocou o seu nome”.

Eu vivi ali, talvez, um dos piores momentos da minha vida pública, porque eu não tinha experimentado esse momento de ser barrado em algum lugar, de ser impedido de entrar em algum lugar. Claro que, na letra de Luiz Geraldo, Deus fala que até em muitas casas dos homens ele não pode entrar. E ele construiu tudo, e naquela letra ele fala também da escola que ele construiu, que carregou massa, pôs cimento e o seu filho por que está descalço não pode ali estudar, ou se olha para o prédio que ele construiu estão pensando que ele quer roubar. Esse é o tempo que estamos vivendo.

Deixo aqui o meu repúdio. Agradeço ao Sr. Deputado Comte Bittencourt por suas palavras. Todo o povo de Cabo Frio acompanhou de longe, porque lá tem três televisões, canais de TV a cabo, uma TV fechada. Todos acompanharam aquele triste momento, pequeno, do Prefeito, das pessoas que organizaram esse cerimonial no Estado ou no Governo Federal, não permitindo que o seu criador, o seu construtor pudesse entrar.

Eu sei que meu tempo está encerrando. Quero só pedir ao Sr. Presidente mais um minuto para cumprimentar o sociólogo José Corrêa Batista pelo livro lançado ontem, numa noite de autógrafos, “A Longa Marcha”, onde ele conta a história de Cabo Frio e na história política de Cabo Frio, naturalmente está constando a minha própria história. Esse livro fala da minha história, da história de todos os políticos. Acho que ele veio em um momento talvez para salvar, ainda um pouco, do que existe de bom na política cabo-friense.

Que essas coisas ruins realmente sejam abominadas, sepultadas da vida pública de minha cidade, de meu Estado e de meu País.

PESQUISAS? SÓ PARA ORIENTAÇÃO!

Pesquisas? Só para orientação!Constantemente sou informado dos números encontrados pelos mais diversos institutos de pesquisa. São dados do governo, do pessoal do Janio, do Alfredo, etc. Além, é claro, dos meus. Essas enquetes, para mim servem como orientador da pré-campanha  e não como definidor do resultado final. Tem sido comum as pessoas me procurarem para dizer: “Alair, ninguém te ganha”. Quero pedir a essas pessoas que veem essa boa posição na minha pré-candidatura que podem se alegrar, mas não podem deixar de trabalhar, de divulgar a minha história e meus planos para o futuro. Eu, por exemplo, jamais trabalhei como agora, nunca estive tão dedicado e focado na vitória em 7 de outubro.

No sábado, comecei minha luta às 14h na festa do trabalhador da Gamboa. De lá, fui para o Jardim Peró participar de um café e falei para mais de 200 pessoas com o Vereador Silvan. Ao informar que tinha outros compromissos, os presentes começaram a gritar “fica, fica, fica” o que muito me emocionou, saí apressado para o Bairro Chavão, próximo ao Rio São João, e lá falei para 100 pessoas, numa reunião promovida pela Tia Jurema e pelo seu filho Bruno. Meia hora após terminar esse encontro, fui até a praia de Tamoios onde estiveram 80 pessoas em um ótimo debate com os convidados do pré-candidato Leonardo. Às 20h já estava na reta da Barra informando, por telefone, a assessores meus que já me aguardavam para mais uma reunião, dessa vez, na Rua do Moinho, no Peró, aonde cheguei exatamente às 20h e 30 min. Se as outras reuniões foram boas, essa, marcada pela companheira Dalize Dubok, por tratar-se de pública, composta por pessoas ligadas à arte – musicistas, dançarinos, intérpretes, grupo de hip-hop… Posso dizer que foi maravilhosa. Falei sobre parte do meu Projeto Setorização da Dignidade, que inclui um Grande Centro de Artes que teremos em nossa cidade e, ao final, ouvimos atentos e maravilhados de uma exímia cantora a interpretação de uma das músicas de que eu mais gosto do Rei Roberto Carlos que, com sua voz esplêndida, encantou a todos nós.

A “maratona” não havia terminado. Tínhamos um evento em prol da construção da capela de São José Operário no Jardim Caiçara e lá cheguei às 22h e 30 min. Participei do leilão, com lances, e me alegrei com o bonito show de Jero e Jamanta, principalmente quando Jero cantou a música Única que eu escrevi e ele musicou. Bem, estava terminado o meu dia de trabalho, e só faltava um compromisso: o aniversário da bonita Andressa, filha do casal Suely e Carrerete, tios do meu genro Sávio. Lá fiquei mais uns minutos, conversando com os convidados e sendo fotografado com os mais jovens, amigos da aniversariante. Estavam encerrados os meus compromissos. Voltei à festa do Jardim Caiçara, peguei o Toninho, deixei-o em sua casa e fui dormir. Conto essas atividades para mostrar aos meus amigos que, independente dos números divulgados em pesquisas, é essencial que trabalhemos com afinco, pois eleição só se vence ao abrirem-se as urnas.

PORTANTO, TRABALHE!! TRABALHEMOS!!

Até amanhã!

Alair Corrêa

GRANDE CONFRATERNIZAÇÃO DOS AMIGOS DO BRUNO MARQUES E ALAIR CORRÊA EM TAMOIOS

Neste sábado (05) aconteceu mais uma grande confraternização dos amigos do Bruno Marques e do Alair Corrêa em Tamoios, muitas pessoas estiveram presentes na casa da tia Jurema para prestigiar o evento.  Mais uma vez a reunião ficou marcada pelo carisma e positividade do Alair Corrêa, que demonstrou toda sua vontade em fazer dos nossos sonhos uma realidade muito próxima. Um homem que tem a disposição e energia de um jovem aliada a enorme experiência adquirida ao longo de toda sua trajetória na vida pública, assim ficou marcado mais esse encontro com o amigo Alair Corrêa em Tamoios.

ALAIR É CABO FRIO, ALAIR É TAMOIOS!

FOTOS DO ENCONTRO

 Bruno Marques e Alair Corrêa com a comunidade em Tamoios

Bruno Marques, Alair Corrêa, Tia Jurema e a comunidade numa grande confraternização

Tamoios vista como uma grande família

Tamoios vista como uma grande família

A amiga Ana Célia esteve presente no encontro que contou com a presença de diversos amigos do Alair Corrêa e Bruno Marques.

O TURISMO EM CABO FRIO II

 Por Luciana G. Rugani

Turismo em Cabo Frio

Para governar uma cidade com natural vocação turística, como é o caso de Cabo Frio, é preciso fazer muito mais que o trivial. Enganam-se os que pensam que, por ser brindada com maravilhas naturais como suas belas praias, não é necessário muito trabalho para incrementar o turismo e mantê-lo atrativo durante todo o ano. Claro que nos períodos tradicionais de alta temporada, como reveillon, janeiro e carnaval, esta tarefa torna-se um pouco mais fácil, pois o próprio clima se encarrega de grande parte do trabalho. Mas, uma cidade turística tem que ser assim o ano todo. É o que observamos quando visitamos outras cidades como, por exemplo, no litoral nordestino. Seja em que época do ano for, observamos um turismo vivo, alegre e presente todos os dias. Há chegada e saída diárias de turistas, que encontram cidades receptivas, repletas de programações da cultura local.

Quando digo que é preciso muito trabalho para manter a cidade atrativa o ano todo, não quero dizer muita dificuldade. Na verdade, o que é preciso mesmo é criatividade e vontade de fazer melhor, de criar e inovar. É sair de uma postura cômoda de simplesmente contar com a bela natureza e agir, colocar a cabeça para trabalhar e deixar fluir as ideias, e pôr a mão na massa para implementá-las. Se pararmos para pensar, não é nem mesmo algo muito oneroso. Vejamos: andando por Cabo Frio na noite de sábado passado, portanto feriado de 21 de abril, observamos que muitas pessoas chegaram à cidade, e estavam ali pela orla, caminhando, e outras buscando atividades de lazer. No centro da cidade, passamos pela Charitas, e não havia ali nenhuma exposição, além da permanente, e nenhuma outra atividade cultural. Sabemos que Cabo Frio é uma cidade rica em cultura, com excelentes artistas locais como músicos, pintores, poetas, etc.  Então, por que não investir em projetos culturais que contemplem frequentes apresentações e exposições de artistas locais? Nesta noite de sábado, pleno feriado, maior número de pessoas na cidade e nenhuma atração, nenhuma atividade diferenciada. Se houvesse um calendário constante de apresentações de diferentes gêneros, seja dança, música, humor, contadores de casos, teatro de rua, poesias, exposições artísticas, tudo com muito dinamismo e tendo como tema, por exemplo, questões da história da cidade, suas personalidades históricas e hábitos de seus cidadãos, ou seja, peculiaridades locais, já seria uma opção de entretenimento e, além disso, estaria incentivando a frente de trabalho artística e cultural. Os artistas locais seriam prestigiados e os jovens artistas seriam estimulados em suas áreas de interesse, pois a cidade seria promotora de cultura. E, além disso, as apresentações, usando como plano de fundo casos e situações típicas da cidade ou de seus personagens históricos, a cultura e história locais estariam sendo difundidas através de uma forma muito mais agradável de aprendizagem.

Concluindo, vemos que com pequenas ideias pode-se agir em diversas frentes ao mesmo tempo: entretenimento, divulgação da cidade e incentivo ao trabalho local. Todos saem ganhando, os turistas, a cidade e seus moradores. Os meses de baixa temporada poderiam ter sido muito bem aproveitados nestes oito anos, e hoje a cidade já poderia até mesmo ser considerada um polo cultural. Lembramos que no governo de Alair Corrêa havia uma programação mais farta e maior incentivo cultural, inclusive, na época, foi criado um Espaço Cultural antes dinâmico e atrativo, e que hoje fica às moscas, vazio e mal aproveitado. Caminhamos por lá também, e notamos o abandono e a tristeza do local que hoje nem tem cara de cultura, pois cultura é alegria, é movimento, e lá está um paradeiro só! Cabo Frio estava avançando de forma acelerada no turismo e também na questão cultural, e houve uma interrupção com a entrada deste atual governo, houve estagnação e os projetos do governo anterior foram abandonados. Faltaram dedicação e vontade efetiva.

Acreditamos que isto poderá mudar sim, uma nova realidade poderá ser construída através da gestão de quem já mostrou que sabe como fazer, pois conseguiu promover o avanço da cidade neste setor. Acredito que Cabo Frio poderá retomar seu desenvolvimento turístico com a volta de um governo ativo e criativo, que efetivamente mostrou esforçar-se no cumprimento de sua função primeira, qual seja a de promover o desenvolvimento da cidade conjugando as diversas áreas sociais. Um governo que mostrou vontade real, não ficou somente em palavras e que assumiu de verdade a responsabilidade que lhe coube.

ADVERSIDADES POLÍTICAS E UMA ESCOLHA

  Por Vicente de Tamoios

Estamos vivendo um momento impar na política de Cabo Frio. Como todos sabem,  pertenço ao grupo político de Alair Corrêa .

Tenho muitas razões para  defender a Candidatura de Alair e vou trabalhar incansavelmente em nosso distrito para conseguir mostrar a nossa população quem verdadeiramente é Alair, e o quanto nossa Cidade (que hoje se encontra num verdadeiro caos), precisa dele.

Dentre estas razões, a mais importante que considero e que todos nós não podemos esquecer, é sua capacidade administrativa. Ele é o melhor administrador que esta Cidade já teve, e já deu prova mais que suficiente de quanto ele transformou Cabo frio, não se esquecendo que também fez muito por Tamoios e por mais que não queiram os adversários admitir, tudo de relevante que temos aqui em Tamoios foi ele quem trouxe. As demais obras que tivemos depois dele, que não foram tantas, foram executadas pelo Governo Estadual.

Outro ponto que considero muito importante na política é encontrar cumpridores de palavra, que é algo raro na atualidade, e isso até seus adversários admitem, Ele tem palavra. Alguns comentam que falhou em alguns pontos quando foi Prefeito, mas eu pergunto : Me aponte no Brasil ou no mundo um que tenha sido 100% perfeito ?

É meu caro leitor, percebeu ? Não existe, e o que quero dizer com isto. Não temos tempo para brincar nesta eleição, votando por experiencias que poderão ou não darem certo, Cabo Frio não pode correr o risco de dar sequencia nesta administração desastrosa que temos hoje, ou tentar com quem nunca vimos administrando nada.

Não estou falando de paixões pessoais por candidatos, não estou falando de paixões partidárias, estou falando de responsabilidade com seu Município, reflita sobre tudo que você viveu nestes ultimos oito anos com a administração que temos. Pense você está satisfeito ? Seja sincero, não seja político.

Então, você tem cinco meses para pensar em tudo que viveu, refletir e acompanhar a postura política de cada candidato, e principalmente o que você ouviu, leu ou descobriu de cada um. Principalmente o que você acha que deveria ter sido feito, e não foi feito por desrespeito a Comunidade, por desinteresse, por todos os motivos que quiser, mesnos por falta de dinheiro, porque não preciso lembrar que nossa Cidade é muito rica, aliás uma das mais ricas da Região dos Lagos.

Finalizando, Com respeito aos demais candidatos, cada um tem seus pontos positivos e negativos, mas não brinque com o seu futuro e nem com o futuro de seus familiares, e muito menos com o futuro de sua Cidade. Nenhum deles tem a experiencia, a capacidade e a seriedade de Alair Correa para ser nosso próximo administrador, então em outubro ao votar seja imparcial vote pelo bem de sua Cidade.
Um abraço a todos !
Vicente de Tamoios

Fonte : http://gotadaguanoticias.com.br/