Melhores cidades para envelhecer no Brasil, segundo o Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade (IDL)

05/11/2023 Off Por Alair Corrêa

Published on novembro 5, 2023, 8:17 am

O Instituto de Longevidade lançou o Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade (IDL) 2023, que avalia as condições favoráveis para um envelhecimento saudável da população nas cidades brasileiras. São Caetano do Sul, Vitória e Santos são algumas das melhores cidades grandes para envelhecer. Já entre as cidades médias destacam-se São Lourenço, Gramado e Concórdia, enquanto Peritiba, Rodeio Bonito e Dois Lajeados são referências entre as pequenas cidades. O estudo utilizou dados públicos e considerou indicadores de saúde, socioambientais e econômicos. É fundamental que haja investimento em políticas públicas voltadas para os idosos.

O Instituto de Longevidade lançou recentemente a terceira edição do Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade (IDL), que avalia a capacidade das cidades em oferecer condições favoráveis para um envelhecimento saudável da população. Esse estudo proporcionou a elaboração de um ranking dos melhores locais no Brasil para o envelhecimento, onde diversas cidades do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina se destacaram.

Segundo o IDL 2023, as melhores cidades para envelhecer foram categorizadas como grandes (com mais de 100 mil habitantes), médias (entre 34.850 e 99.999 habitantes) e pequenas (população até 34.849 habitantes). Entre as cidades grandes, destacam-se São Caetano do Sul (SP), Vitória (ES), Santos (SP), Florianópolis (SC) e Curitiba (PR). Já nas cidades médias, aparecem São Lourenço (MG), Gramado (RS), São Miguel do Oeste (SC), Adamantina (SP) e Concórdia (SC). Por fim, nas cidades pequenas, os destaques são Peritiba (SC), Rodeio Bonito (RS), Dois Lajeados/RS, Tunápolis (SC) e Lacerdópolis(SC).

Nessa categoria específica das cidades pequenas, é interessante notar que as cidades gaúchas e catarinenses surgem entre as primeiras posições, com destaque para Santa Catarina que possui 10 municípios entre os primeiros colocados.

Para definir as melhores localidades, o IDL utilizou fontes de dados públicos como IBGE, DataSUS e INSS. Foram considerados 23 indicadores divididos em três variáveis: saúde, socioambiental e economia.

Gleisson Rubin, diretor do Instituto de Longevidade, ressalta a importância de um índice que permita compreender a realidade municipal de cada região do país para enfrentar os desafios e aproveitar oportunidades relacionadas ao crescente aumento da população idosa. Ele considera essa terceira edição um marco digno de comemoração.

Esse estudo mostra o compromisso das cidades em proporcionar um ambiente favorável para que seus habitantes possam envelhecer com qualidade de vida. É fundamental que o governo e as instituições continuem olhando para essa questão, investindo em políticas públicas voltadas para os idosos e garantindo que todas as gerações possam desfrutar de uma vida plena em suas comunidades.

Fonte: InfoDiretas

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